Como será a relação entre China e Brasil em 2020 para o comércio exterior? Saiba tudo aqui!

26 de novembro de 2019

As projeções de crescimento apontam que os países asiáticos, como a China, terão em breve o maior PIB de todo o mundo. Concentrando a maior população mundial e possuindo alta tecnologia com preços menores. Em contrapartida, o Brasil é um grande exportador agrícola, mas com deficiência em questões de construções ou equipamentos tecnológicos.

Fica claro que a relação entre China e Brasil deve ser a mais forte possível. Nenhum estado é autossuficiente em todos os setores da economia.
Isso significa que um precisa do outro para sanar suas necessidades básicas, seja de alimentação, tecnologia ou outros pontos.

Diante disso, abordaremos como essa nação é fundamental para o comércio exterior brasileiro.
Não deixe de acompanhar até o final!

O que o Brasil ganha com a China?

No caso da aliança entre China-Brasil aumentar, o Brasil pode aproveitar a expansão do mercado consumidor do outro território. Visto que essa aliança pode ampliar as vendas dos seus produtos básicos, como alimentos.
Com isso, é possível se especializar mais em exportação de produtos agrícolas. Ou até mesmo utilizar os recursos que vierem para desenvolver uma nova estratégia de industrialização e produção.

Por que esse país é importante para o comex brasileiro?

Além do maior PIB do mundo a partir de 2020, os países asiáticos registraram um crescimento no mercado consumidor de classe média. Consequentemente, essa população se tornará a maior consumidora de produtos.

Entretanto, na medida em que tudo isso acontece, a mão de obra aumenta e as empresas chinesas procuram outros lugares para obterem custos menores de produção. Contudo, isso reflete nos salários dos funcionários. Por isso, essas regiões acabam obtendo um certo crescimento econômico.

Qual será a relação entre China e Brasil para o próximo ano?

Mesmo a China sendo o primeiro parceiro comercial, é fato que o Brasil precisa estreitar ainda mais os laços com os chineses, para não virar apenas um exportador de commodities – os produtos básicos.

Depois de uma reunião entre os presidentes das duas nações no palácio do Itamaraty, o futuro da cooperação entre ambas será promissor. Principalmente se tratando do aumento e aprimoramento nas áreas da agricultura, infraestrutura e tecnologia.

Em acordos assinados, foi estipulado investimentos no setor energético e para a exportação de carne bovina termo processada, assim como o farelo para ração animal.
Além disso, foi apontado no documento que é preciso encorajar as aplicações no setor privado, a fim de oferecer bem-estar aos cidadãos.

Deu para entender que uma nação forte se faz com aliados com essa mesma característica?
A relação entre China e Brasil pode ser muito positiva. Visto que o primeiro precisa das exportações de grãos para alimentar sua população e o segundo pode se beneficiar das modernas construções civis chinesas e dos produtos de alta tecnologia por preços menores.

Agora que você entendeu como será o futuro da aliança entre as duas nações, entenda melhor o que é a inflação, deflação e desinflação e como podem afetar o comércio exterior.

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