Como ficou o comércio exterior alemão após a queda do muro de Berlim?

16 de janeiro de 2020

Pensado no comércio exterior alemão após a queda do muro de Berlim. Em 2019, a queda do muro de Berlim completou 30 anos. Esse fato histórico trouxe diversos benefícios e consequências. Até hoje, essas consequências podem ser sentidas em diversos aspectos e em todo o mundo.

Um deles é refletido no comércio internacional. No ano da queda, já enfrentava problemas e, hoje em dia, podemos dizer que teve um progresso. Principalmente com relação ao Brasil, que teve uma relação de altos e baixos.

É isso tudo que trataremos neste artigo. Leia esse artigo e entenda mais sobre o assunto. Essas informações ajudarão a descobrir se vale a pena investir ou realizar ações de importação ou exportação lá.

Como a queda do muro de Berlim impactou o país?

Com a agregação de novas províncias, o setor leste da cidade influenciou positivamente no PIB (Produto Interno Bruto). Além disso, no contexto internacional, a Alemanha propôs as privatizações estatais, abertura de mercado e menos barreiras alfandegárias, como cotas e tarifas de importações.

Essas ações possibilitaram uma melhora na economia e colocou a Alemanha em um modelo que permitiu ser uma forte potência no comércio exterior.

Qual a relação do Brasil com a Alemanha após o acontecimento?

O atual relacionamento entre ambas as nações é satisfatório e o Brasil é o parceiro mais importante da Alemanha. No entanto, depois da queda do muro de Berlim essa relação passou por alguns ciclos. Inicialmente, entre os anos de 1989 e 2002, houve um aumento de investimentos com a liberação das privatizações.

Já em 2008 começou uma onda de commodities (produtos básicos que podem ser estocados sem a perda de qualidade, como o petróleo etc), que levou a inserção de novos players, o que deixou o nosso país inserto, mas não prejudicado.

Só nos anos da crise global, em 2008 e 2014, que as relações entre os brasileiros e alemães sofreu uma certa diminuição na intensidade. Apesar de isso ter ocorrido também em tempos de recesso brasileiro, em 2016 e 2018, a situação já está sendo revertida com progressos em termos mais qualitativos.

Como estão as perspectivas de comércio exterior?

Mesmo com tudo isso, as notícias são boas e promissoras. Toda a América Latina, em especial o Brasil, são mercados potenciais, ainda com carência em tecnologia e desenvolvimento. Justamente no que a Alemanha pode ajudar, e muito.

No entanto, há barreiras tarifarias e aduaneiras que devem ser vencidas. Principalmente, porque as exportações e importações são muito fortes no país, o que reflete na sua dependência quanto a isso o tornando mais sensível as alterações do comércio internacional.

De fato, mesmo a tanto tempo, a queda do muro de Berlim impactou o comércio exterior alemão atual, transformando a nação na hora de oferecer e receber matérias primas. O que resta para o Brasil é fortalecer suas relações com o país e aproveitar o que um tem para dar ao outro.

Depois de ler tudo isso, que tal entender melhor como o comércio exterior influência no desenvolvimento do país?

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